ÁRVORES - III Nos “arquivos históricos” sinais da vida arbórea.

XAVIER, Josilda B. Lima M.[1]

Universidade do Estado da Bahia – UNEB


Às vezes elegantes, outras extravagantes, desengonçadas e, muitas, com formas originais em seus troncos, galhos, folhas, flores, frutos e sementes! Assim as árvores se apresentam para o mundo, a partir de suas mais de 30 mil espécies, espalhadas por todo o planeta. As formas como as árvores se apresentam sempre nos afetam de alguma maneira, nos deslumbrando, nos surpreendendo com sua imponência e diversidade.


Para melhor conhecermos as árvores, temos a Botânica que estuda especificamente o grupo ao qual as árvores pertencem: o Reino Plantae. Nesse grupo, as árvores podem ser estudadas a partir de dois grandes subgrupos, que são:


i) Gimnospermas (do grego Gymnos 'nu'; e sperma 'semente'): são plantas terrestres, vasculares, possuem sementes, mas que não possuem o fruto que envolve a semente, e que vivem, preferencialmente, em ambientes de clima frio ou temperado. Nesse grupo incluem-se plantas como pinheiros (do grupo Pynus; como exemplos tem-se o pinheiro-do-paraná - Araucária angustifólia; Pinus elliottii; Pinus taeda); as sequoias (podem chegar a mais de 90 m de altura, e suas primeiras folhas surgem em galhos com mais de 45 metros do solo; as espécies que hoje sobrevivem são a Sequoia sempervirens; Sequoiadendron gigantea); e os ciprestes (podem ter mais de 25 metros de altura; alguns têm forma de pirâmide e outros de colunas altas; pertencem ao grupo Cypressu). (BRITANNICA, 2021; DESCASCANDOACIÊNCIA, 2020; PIRES, 2015; SOBIOLOGIA, s/d);


ii) Angiospermas (grego Angeios, bolsa; e sperma, semente): se caracterizam pela presença de flores e dos frutos que envolvem a semente; é formada por dois grandes grupos, as monocotiledôneas (um cotilédone na semente), como por exemplo o coqueiro (Cocos nucifera Linn), pertencente à família Palmae; e dicotiledôneas (dois cotilédones na semente), distribuídas geograficamente por todo o planeta, adaptadas a vários tipos de clima; como o abacateiro que é uma espécie da família Lauraceae, de nome científico Persea americana. (UENF, 2020; ANDRADE et al, 2004; MAGALHÃES, s/d).


Para que o estudo seja ainda mais minucioso, a Botânica conta com outras áreas do conhecimento científico, dentro e fora de sua zona de atuação, como por exemplo a


Ø Paleobotânica: campo da Paleontologia dedicada à investigação dos organismos vegetais preservados em rochas sedimentares. Além de desvendar a história evolutiva dos grupos de plantas, estudos paleobotânicos permitem reconstruir como eram os ecossistemas do passado, isto é, como eram as paisagens, quais grupos eram mais e menos abundantes e até mesmo, nos ajudam a desvendar a ocorrência de incêndios no registro paleontológico (FERRAZ, s/d).


Ø Sistemática Vegetal: é a área da Botânica que estuda a diversidade das plantas e as suas relações evolutivas. As atividades de um sistemata vegetal envolvem a descoberta, descrição e a interpretação da diversidade biológica (SILVA, s/d). Dentre os inúmeros conceitos de espécie já publicados (Rieseberg & Brouillet 1994, De Queiroz 2007), os três mais comumente empregados em trabalhos taxonômicos são os conceitos biológico, filogenético e taxonômico (KATAOCA et al, 2017).


Ø Etnobotânica: estuda simultaneamente as contribuições da Botânica e da Etnologia (estuda os fatos e documentos levantados pela Etnografia, no âmbito da Antropologia Cultural e Social), evidenciando as interações entre as sociedades humanas e plantas como sistemas dinâmicos. Contribui para a resolução de problemas práticos que envolve questões relativas ao “desenvolvimento humano, conservação da natureza, uso de recursos e ecossistemas e questões de segurança alimentar e saúde pública” (HAMILTON et al., 2003 apud OLIVEIRA et al., 2009 p. 597 In: SIQUEIRA; PEREIRA, 2014).


Ø Ecologia Florestal: versa sobre a descrição do habitat, de uma maneira geral, e da vegetação florestal propriamente dita; aborda a fenologia de árvores e a regeneração natural de espécies arbóreas, que são aspectos importantes quando se pretende estudar a sazonalidade do ecossistema, e entendê-lo como uma entidade dinâmica; estuda o conceito de clima, um dos principais aspectos que caracterizam e definem a vegetação de uma determinada região; ciclagem dos nutrientes no ecossistema florestal, abordando aspectos químicos e biológicos; estuda os diversos ecossistemas brasileiros e plantações florestais (POGRIANNI; OLIVEIRA; CUNHA, 1996).


Ø Silvicultura: é o estudo do aproveitamento, exploração e manutenção racional das florestas, criação e o desenvolvimento de povoação florestal com intuito comercial, podendo-se criar uma floresta ou determinadas espécies de plantas, com o interesse ecológico, científico, econômico e social. Tem-se como o seu principal objetivo cultivar povoamentos florestais que satisfaçam as necessidades do mercado e produzam riqueza, garantidas a continuidade e a boa qualidade da produção, de um ponto de vista mais geral, é a produção de madeira abundante e barata, de fácil aproveitamento, que deve ser assegurada no futuro. O campo de estudo da silvicultura é multidisciplinar e interessa a várias áreas científicas, como a Botânica, a Ecologia, a Fitopatologia, a Edafologia, a Fitogeografia e a Economia (SILVA, 2018).


Ø Fitogeografia: também chamada de geobotânica, geografia das plantas e geografia botânica, a fitogeografia é um ramo da biogeografia responsável por estudar a origem, distribuição, adaptação e associação das plantas de acordo com a localização geográfica e sua evolução. No campo das ciências naturais, a fitogeografia é uma das mais antigas áreas do conhecimento, ao se considerar o que de mais amplo possa ser concebido enquanto conceito de fitogeografia, pois os mais antigos tratados botânicos de que se tem conhecimento foram publicados entre os anos 372-287 antes de Cristo (Capelo, 2003 In: GONÇALVES, 2020; FARIA, s/d).


Como podemos verificar, a complexidade das plantas tem exigido uma produção científica cada vez mais abrangente e aprofundada, gerando e aproximando áreas de estudos diversos que auxiliam os pesquisadores que buscam entender, conhecer e conservar o grupo de seres vivos, Reino Plantae, no qual as arvores são representantes importantíssimas, para a organicidade sistêmica da Terra.


Além das pesquisas realizadas pela pesquisadora em Ecologia Florestal, Profa. Dra. Suzanne Simard da Universidade da Columbia Britânica – UBC, as quais revelaram a forma pela qual as árvores de comunicam, caracterizando-se como seres sociáveis, e que preferem viver em coletividade (SIMARD, 2020, 2016), a Dendrocronologia, enquanto método científico de datação da idade de uma árvore baseado nos padrões dos anéis em seu tronco, tem sido uma ferramenta importante em relação às revelações sobre a relação que as árvores têm com o ambiente em que vivem. Segundo o método empregado, a datação da idade de uma árvore é “estabelecida de acordo com o clima das épocas, e por isso, torna-se um grande método de datação absoluto dos climas passados” (MEDEIROS, 2016).

Para Schons et al (2018), a dendrocronologia (dendro significa “árvore”; crono significa “tempo”; logía significa “estudo” = estudo do tempo das árvores) é uma ciência que, por meio da análise dos anéis de crescimento, possibilita o estudo do crescimento das árvores e sua relação com variáveis do ambiente, permitindo conhecer florestas ainda não estudadas e investigar relações até então desconhecidas.


Os anéis de crescimento, através das respostas expressas pelas árvores, carregam consigo informações das mudanças ocorridas no ambiente ao longo de séculos. A associação de cada anel de crescimento ao seu ano de formação (datação) torna possível a construção de séries históricas das condições ambientais, bem como predições de crescimento, para subsidiarem diversos estudos relacionados ao manejo e conservação de florestas (FRITTS, 1976 In: SCHONS et al, 2018).


Através da análise dos anéis que constituem os troncos das árvores, é possível identificar a idade e a taxa de crescimento, a intensidade do estresse decorrentes das variações ecológicas e ambientais sobre a formação dos anéis (seca, frio, calor, cortes, desmatamento, incêndios etc.), sejam elas naturais ou de origem antrópicas que a árvore passou ao longo de sua vida; além disso, o estudo dendrocronológico permite a identificação e a reconstrução de eventos climáticos do passado e das alterações ambientais naturais, da dinâmica de populações florestais e dos recursos hídricos (TOMAZELLO FILHO; BOTOSSO; LISI, 2001; BOTOSSO; MATOS, 2002 In: MEDEIROS, 2016).


Portanto, a dendrocronologia nos permite, através dos anéis das árvores, conhecer como era o clima da Terra em passados distantes e como as árvores reagiram a esse ambiente.


Como é possível observar no desenho acima, diferentes fatores ambientais, bióticos (nascimento, crescimento, competição, compressão, temperatura, fogo, vento, insetos, nutrientes etc.) e abióticos (cortes, substâncias químicas, poluentes etc.), afetam o crescimento secundário das árvores. Assim, anéis de crescimento anuais são considerados verdadeiros “arquivos históricos” das condições ambientais, uma vez que suas características (largura, densidade, quantidade de vasos, composição química) também variam em função das condições do ambiente em que as árvores se desenvolvem. (FRITTS, 1976, In: SCHONS et al, 2018).


No “arquivo histórico” das árvores é possível verificar o período em que houve maior ou menor assimilação de dióxido de carbono (CO2) e liberação de oxigênio (O2), produção de glicose (C₆H₁₂O₆ - açúcar) resultante do seu metabolismo, com a participação de água (H2O) e minerais, através de um processo bioquímico, chamado fotossíntese.


A fotossíntese também desempenha outro importante papel na natureza: a purificação do ar, pois retira o gás carbônico (CO2) liberado na nossa respiração ou na queima de combustíveis, como a gasolina, e ao final, libera oxigênio para a atmosfera. A fotossíntese é uma das principais fontes de energia da natureza, não só para os vegetais, mas para vários outros seres vivos. Sendo assim, os vegetais estão na origem da cadeia alimentar fornecendo energia para os animais, entre eles, os humanos. (DUQUE, 2019; NUNES, s/d)


A partir desse processo, a fotossíntese, em estudos que analisam sua produção, verificaram que uma árvore adulta consegue absorver, em um ano, aproximadamente 22 quilos de dióxido de carbônico (CO2), e produzir oxigênio (O2) suficiente para a respiração de duas (2) pessoas adultas. Além disso, Vincent Controne do Massachusetts Department of Conservation and Recreation, afirma que as “árvores têm a capacidade de absorver entre 55 e 109 kg de gases poluentes, como o dióxido de enxofre (SO₂), oriundos da queima de carvão, óxidos nitrosos (N₂O) provenientes dos escapamentos de automóveis SUVs e caminhões, e outras partículas provenientes do diesel” (e-CYCLE, 2017).


É importante observar o serviço ecológico que as árvores oferecem aos seres humanos, ao serem capazes de absorver em grande quantidade, poluentes cancerígenos (dióxido de enxofre -SO₂; óxido nitroso - N₂O), que o sistema capitalista nos impõe, com o uso de caminhões para o transporte de produtos por todo o país, e a indução à classe média/média alta brasileira a comprar automóveis SUV (sinônimo de status), a base de diesel, automóveis esses que os países ricos europeus (Alemanha, França, Inglaterra) estão deixando de usar, pois estão fazendo a transição para o uso de automóveis elétricos (BLOOMBERG, 2020), diante dos resultados de pesquisas que revelam a toxicidade do diesel.


Um outro cenário nefasto, elaborado e colocado em prática pelo sistema econômico vigente, o capitalismo-neoliberal, e que diz respeito a dizimação das árvores, é o agronegócio. Sobre essa situação, já em 2011, Enrique M. Restrepo diretor executivo da Fundação Centro para la Investigación en Sistemas Sostenibles de Producción Agropecuaria (Cipav), da Colômbia, destaca que


Quando percorremos os campos da América Latina e Caribe, salta aos olhos o fato de as lavouras e os pastos estarem cada vez mais órfãos de árvores e arbustos. Até os rios têm sido despojados de suas matas ciliares, apesar de sua importância. Nossas paisagens parecem estar sofrendo com a praga da monotonia que aflige as grandes extensões de terras agroindustriais da América do Norte, onde a flora arbórea não é considerada necessária (RESTREPO, 2011). (Grifo nosso)


O não cumprimento Código Florestal (Lei 12.651/12), bem como as propostas de mudanças que estão sendo propostas pelo atual governo, podem enfraquecer a proteção ambiental no País e aumentar a insegurança jurídica para o agronegócio (CÂMARA DOS DEPUTADOS, 2019), bem como ilustra bem a visão de curto prazo, distorcida e desinformada de alguns setores da sociedade sobre a importância das florestas para a conservação dos recursos naturais, em especial da água. A avidez por lucros imediatos num mercado de commodities aquecido varre para baixo do tapete qualquer consideração ambiental, o que pode desencadear tragédias ambientais, como enchentes abrangendo áreas / regiões cada vez mais extensas, pois a água não encontra mais seus obstáculos naturais: as árvores.


Felizmente, a valorização das árvores por famílias agricultoras em seus sistemas produtivos é uma realidade bastante frequente. Como exemplos, é possível citar experiências de quintais diversificados e sistemas agroflorestais (SAFs) na Amazônia e Mata Atlântica. Também não podemos deixar de ressaltar a importância do extrativismo vegetal que ocorre em todos os biomas, sendo importante fonte de alimentos, remédios e renda para povos tradicionais e agricultores familiares (ZIMMERMAN, 2011). (Grifo nosso)


Conhecer a importância das árvores para o planeta, é elemento-chave para que possamos nos posicionar em defesa intransigente das florestas que ainda existem e que lutam com toda a força que é resultante da capacidade que as árvores têm de se adaptarem, se comunicarem, se protegerem das intempéries naturais, ao longo dos milênios, mas que, suas estratégias de desenvolvimento, crescimento e adaptabilidade, não conseguem ser tão velozes quanto a voracidade dos humanos (espécie Homo sapiens), em dizimá-las para terem, cada vez mais, lucros altíssimos nas bolsas de valores, via commodities + agronegócio.


Para finalizar nossa reflexão sobre a importância das árvores, precisamos lembrar que, nas cidades, as árvores reduzem a velocidade dos ventos, das águas e criam zonas protegidas; em locais onde "não houvesse vento, com o plantio de árvores, poderia haver uma diferença de temperatura de até 14°C, quando da existência de copas de árvores em oposição a áreas abertas, porém a movimentação do ar reduz essa diferença de temperatura pela troca constante de ar quente e seco" (ROSSETTI; PELLEGRINO; TAVARES, 2010). “Teríamos que quanto mais densa a vegetação, maior a redução da velocidade dos ventos quentes de verão, resultando em temperatura mais amena sob as copas das árvores” (GREY; DENEKE, 1978). (Grifo nosso)


Trowbridge e Bassuk (2004) também relacionam a diminuição de temperatura pela vegetação urbana, principalmente pelas árvores. Segundo os autores quando as temperaturas de verão se apresentam muito elevadas a diminuição de temperatura pode variar de alguns graus até -6,67oC (In: ROSSETTI; PELLEGRINO; TAVARES, 2010). Com isso, aumentaria a sensação de conforto humano, reduziria a necessidade de ar-condicionado, além de proporcionar agradáveis “surpresas” como a visita de pássaros com suas belas cores e sonoridade, e a diversidade de flores e frutos que as árvores nos oferecem.


Diante de tudo o que aprendemos sobre as ÁRVORES, não podemos esquecer que: (EDUCAWEBSITE, 2017)


Ø Uma grande árvore pode providenciar as necessidades de oxigênio para nossa existência;


Ø Retém dióxido de carbono (CO2), dióxido de enxofre (SO₂), óxidos nitrosos (N₂O);


Ø Árvores podem reduzir a incidência de asma, câncer de pele e doenças relacionadas ao estresse;


Ø Ajudam a diminuir a poluição do ar, promovem sombreamento e um ambiente atrativo, calmo e adequado para recreação;


Ø Ajudam a reduzir em até 10% o consumo de energia por meio do efeito de moderação climática local;


Ø Desenvolvem um papel importantíssimo no ecossistema pois são responsáveis por manter mais de 50% da biodiversidade;


Ø Árvores reduzem poluição sonora;


Ø Reduzem a velocidade dos ventos, mantendo umidade do ar e chuvas regulares; reduzem, também, a velocidade da água;


Ø A temperatura das cidades também é influenciada pela quantidade de árvores;


Ø A sombra das árvores pode reduzir a temperatura do asfalto em até 2°C, e do interior dos carros em até 8°C;


Ø Uma árvore grande e saudável possui o mesmo efeito de dez (10) aparelhos ar-condicionado funcionando 20 horas por dia;


Ø Uma árvore consegue absorver mais de três mil litros de água de chuva, diminuindo a contaminação de lençóis freáticos e mananciais em 7%, e reduzindo o gasto de impostos com tratamento de água;


Ø Fornecem base para produtos como medicamentos e chás, além de frutas, flores, sementes, fibras, madeira, látex, resinas e pigmentos;


Ø Promovem saúde dos solos e evitam erosão com suas raízes;


Ø Beleza natural para nossos olhos e almas.


Desse modo..., que tal seguirmos o conselho de Rubens Alves?




[1] Docente do Curso Licenciatura em Ciências Biológicas, Universidade do Estado da Bahia – UNEB / DEDC – Campus VIII. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0838920937933125



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